Nesta terça-feira (12), foi iniciado, em Campina Grande, o VI Fórum de Integração do Médico Jovem, realizado pelo CFM. O evento segue até esta quarta (13) e está debatendo os desafios da carreira para os recém-formados, incluindo formação profissional, residência médica, mercado de trabalho e qualidade do ensino.
O evento foi aberto pelo presidente do CFM, José Hiran Gallo, que destacou que o País precisa formar médicos cada vez mais qualificados para assegurar assistência de qualidade aos pacientes, o que passa pela aprovação do projeto de lei que cria o Exame Nacional de Proficiência em Medicina (ProfiMed). Ele também chamou atenção para a proteção do ato médico, diante de diversas tentativas de ampliação indevida de competências por profissionais não médicos.
O presidente do CRM-PB, conselheiro federal e coordenador da Comissão de Integração do Médico Jovem do CFM, Bruno Leandro de Souza, ressaltou que o País tem hoje mais de 682 mil médicos, sendo cerca de 281 mil (41% do total) com até 10 anos de formado. Mais de 175 mil médicos têm até cinco anos de formado; e quase metade dos médicos brasileiros tem até 40 anos de idade.
“Esses números revelam uma transformação profunda. A medicina brasileira está se renovando em velocidade acelerada. O perfil etário, profissional, social e formativo do médico mudou. A presença feminina também é cada vez mais expressiva”, afirmou.
O primeiro dia do Fórum contou com a presença expressiva de médicos, residentes, estudantes, conselheiros federais e representantes das entidades médicas. Além de Bruno Leandro, estiveram presentes diretores e conselheiros do CRM-PB: Walter Azevedo, Antônio Henriques, João Medeiros, Wilberto Trigueiro, Socorro Martins, Margareth Diniz, Euda Aranda, Andrea Correia, Cristiana Furtado e Guilherme Veras.




























