Rede dos Conselhos de Medicina
CRM-PB Entrevista: Dr Fernando Antônio Florêncio dos Santos Imprimir E-mail
Sex, 12 de Fevereiro de 2021 09:34

O interesse pelo cuidar de pessoas, salvar vidas e a realização em servir ao próximo foram as motivações que levaram Fernando Florêncio a escolher a Medicina. Formado pela Universidade Federal da Paraíba (UFPB), com residência médica em Anestesiologia pelo Hospital Federal dos Servidores do Estado do Rio de Janeiro (HSE-RJ), Fernando tem um longo currículo de quase 30 anos de serviços prestados como oficial médico da Polícia Militar, além de diversas especializações não apenas nas áreas da Medicina (acupuntura, dor), como em gestão de pessoas, empresas, cooperativas de saúde e cooperativas de crédito.

No início deste mês de fevereiro, ele recebeu a Medalha Serviços Distintos da Polícia Militar da Paraíba. “São serviços prestados há 29 anos e dedicados com o melhor do meu conhecimento. Para mim, é uma grande honra o reconhecimento de uma instituição secular”, disse o médico.

Na entrevista a seguir, ele fala sobre sua rotina como médico e como tem sido enfrentar a pandemia de covid-19. “Reforço a importância de mantermos todo o aprendizado a respeito da prevenção, mesmo após a vacinação, até que possamos realizar uma imunização em massa e conhecermos o comportamento das variantes que se apresentam, com tomada de decisões com bases científicas”, afirma.

Recentemente o senhor recebeu a Medalha Serviços Distintos da Polícia Militar da Paraíba. O que significa esta medalha para o senhor?
Para mim representou uma grande honra, pelo reconhecimento de uma instituição secular. Situações que temos a certeza do pertencimento e sentimento do dever cumprido. São serviços prestados há 29 anos e dedicados com o melhor do meu conhecimento, como Oficial Médico Anestesiologista e Vice-Diretor de Saúde. O Quadro da Saúde tem profissionais diferenciados, em várias especialidades, comprometidos com o bem-estar da sociedade (civil e militar).

Como tem sido enfrentar a pandemia, como médico anestesiologista?
As incertezas sobre a doença e seu comportamento nos levou a redobrar os cuidados no trabalho, nas relações com o paciente, através de medidas de segurança, na incorporação de novos hábitos, principalmente na nossa especialidade, por se encontrar na linha de frente em diversas fases no atendimento e por vezes na condução da doença. A pandemia nos fez refletir sobre os valores da vida, do quanto somos vulneráveis no enfrentamento do desconhecido, no despertar para novos conhecimentos, novas formas de relacionamento e relações humanas, novos conceitos de trabalho, com incorporação de muita tecnologia. Reforço a importância de mantermos todo o aprendizado a respeito da prevenção, mesmo após a vacinação, até que possamos realizar uma imunização em massa e conhecermos o comportamento das variantes que se apresentam, com tomada de decisões com bases científicas.

Como é a sua rotina de trabalho? Além da medicina, tem algum outro interesse, um hobby?
Trabalho dividido entre a Coordenação do Serviço de Anestesilogia do Hospital da Polícia Militar General Edson Ramalho (HPMGER), Vice Diretoria de Saúde da Polícia Militar da Paraíba (PMPB),
rotinas da clínica anestesiológica, na Clínica de Dor, dentre outras atividades administrativas, além de cursos de atualização nas diversas áreas de atuação. Como hobby, gosto de ler sobre gastronomia e praticar, sempre que possível.

Como foi a sua escolha pela Medicina? E por que a anestesiologia?
A escolha pela formação médica foi pela identificação no cuidar de pessoas, vidas e a realização em poder servir ao próximo. A Anestesiologia é uma especialidade fascinante, com diversas áreas de atuação como clínica de dor, medicina perioperatória, terapia intensiva e caráter multidisciplinar com muita interação, inovação e tecnologia a serviço da vida.

 
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